Dra Sylvia Faria Marzano
Você precisa atualizar seu Flash Player!
Clique aqui para atualizar.
Dra Sylvia Faria Marzano

Busca no Site:

Menus do Site


REPOSIÇÃO HORMONAL MASCULINA

A deficiência androgênica (diminuição da produção do hormônio masculino) acomete um percentual, acima dos 40 anos, ainda não bem definido na literatura. Durante o envelhecimento ocorre uma diminuição lenta e gradual dos níveis de testosterona. A terapia de reposição com a testosterona é usada por muitos autores quando a avaliação laboratorial repetida confirma este quadro clínico.

Para definir essa alteração típica do processo de envelhecimento, vários nomes foram usados na literatura: climatério masculino, menopausa masculina ou andropausa, etc., nomes usados erroneamente, pois se referem a alterações que ocorrem na mulher, cujo ciclo reprodutivo possui um fim determinado com a falência ovariana. A Sociedade Brasileira de Urologia (2002) preferiu chamar de deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM). A taxa de declínio da testosterona varia de 1 a 2 % ao ano, a partir dos 50 anos de idade.

Leia mais em Artigos 
 
Consultório 
Dra Sylvia Faria Marzano
Fones:
(11) 4221-5236
(11) 4232-9121

 

Imprensa     
Dra. Sylvia Faria Marzano participou da revista Mercnews de agosto de 2011, contando tudo sobre a sua trajetória profissional de 32 anos de dedicação à medicina.
 
 
 Elegância na Medicina - Dra Sylvia Faria Marzano tem destaque na Revista Mercnews de agosto - 2011 - para explicar a trajetória de sua vida pessoal e profissional.

 

...e como decidiu dedicar-se à urologia, imaginada como uma especialidade mais voltada aos homens! Também como foi buscar aprofundar-se nos estudos sobre sexualidade, para ajudar os casais nas suas queixas de disfunções.
 
 

 

Novidades

      Casais se beijam cada vez menos


No início de um relacionamento, não faltam olharem carinhosos, vozes aveludadas e muitos, muitos beijos. Mas conforme o fogo da paixão vai se apagando os beijos "calientes" viram bitocas, selinhos. Ou nem isso. 

Segundo pesquisa realizada na Inglaterra, um em cada cinco casais se beija apenas uma vez por semana e quando essa manifestação de carinho acontece, não costuma durar mais do que cinco segundos.

Na opinião da Dra. Sylvia Faria Marzano, terapeuta de casais, lamentavelmente, o beijo deixou de ser visto como a lenha que se coloca na lareira, para que o calor não acabe, e se tornou um sinal de relacionamento sexual. Essa maneira imatura de enxergar o beijo dentro de uma relação leva os casais a acharem que não há mais necessidade de conquista depois de um determinado tempo, já que um sabe muito sobre o outro.

"Acredito que você conheça o beijo da pessoa e não a pessoa pelo beijo. A grande chave dos longos relacionamentos prazerosos é a novidade! Não é conhecer totalmente a parceria, mas sim ter sempre algo de diferente para saber", diz a terapeuta.

Para a especialista, a intimidade demasiada, ao invés de levar a um melhor relacionamento, faz com que ele caia na monotonia. "Quando pergunto aos meus pacientes sobre como são seus beijos e se tem namoro, ou eles confundem o namoro com preliminares e sexo, ou dizem que já namoraram antes de casar", lembra.

O beijo é o termômetro do casal. Com a redução ou fim do mesmo, o casal perde a manutenção da relação, a novidade, o envolvimento, a conquista do dia a dia. "Quando o casal se beija deve existir uma troca com liberação de óxido nítrico, que é um dos responsáveis por estimular a ereção no homem e excitação na mulher. O beijo erótico é um aprendizado, no qual a língua explora todos os locais da boca, pausadamente, os corpos se encontram, se aquecem e mantém o erotismo do casal".

Assim como o casal reserva um tempo para discutir a relação, o beijo pode sim ser um bom motivo para uma conversa séria. Nada melhor do que a vontade de mudar para ajudar os parceiros a resgatarem o fogo da paixão. Em certos casos, a intervenção de um terapeuta de casal é bem-vinda.

"Não espere que a mudança parte sempre do parceiro. Busque informação, aprenda! Se sentir necessidade de mais aconchego, fale com o parceiro, abrace mais, demonstre mais afeto. Isso será muito importante até porque este será o modelo a ser usado pelos seus filhos", aconselha Dra. Sylvia.

Por Juliana Falcão (MBPress)


 

 

                                         

 

CONSULTÓRIO / CLINSY - www.clinsy.com.br - Rua Santa Catarina, 244 - 10a. andar - salas 1001/1003 - Centro
São Caetano do Sul – SP - CEP: 09510-120 - Fone/Fax: (11) 4221-5236 / (11)4232-9121

ISEXP - www.isexp.com.br - Rua Santa Catarina, 244 - 10a. andar - salas 1001/1003 - Centro
São Caetano do Sul – SP - CEP: 09510-120 - Fone/Fax: (11) 4221-5236 / (11)4232-9121

Tecnologia Site Inteligente